Som do Dia

sexta-feira, março 18, 2011

4 QUATRO RAZÕES DO PORQUE A ORAÇÃO É TÃO IMPORTANTE?

Por: Rev. João Carlos da Silva Junior
(FILIPENSES 4. 6-7)
 1.    A ORAÇÃO ME FAZ ESPERAR

“Não consigo trabalhar e orar ao mesmo tempo”. Tenho que esperar para agir até que eu termine de orar. A oração me força a deixar a situação com Deus e me faz esperar. É uma advertência contra preocupações desconcertantes e inquietantes. Pensamento também encontrado em Mateus 6.25 quando diz: “não andeis ansiosos por coisa alguma pela vossa vida”.

Se tem algo que faz parte de forma profunda da vida do crente é o ato de esperar. Praticamente todos os grandes homens e as grandes mulheres de Deus tiveram que esperar. Ana teve que esperar, Rebeca teve que esperar, Sara teve que esperar, Débora teve que orar e esperar, Abraão, Moises, Jacó, Davi, Josué. Jó, Habacuque, Salomão, Elias, Neemias, Jeremias, Daniel, Zacarias, Paulo, Jesus e você. 

2.    A ORAÇÃO ESCLARECE A MINHA VISÃO

“Quando num primeiro momento, você encara a situação, pode pensar que é um nevoeiro”.

Quando precisamos de uma resposta, qualquer movimento é friamente calculado, tudo parece ser uma resposta de Deus, tudo parece nos dizer alguma coisa. Pois Deus nos fala através do cotidiano, Deus nos fala, através da Palavra na vida como ela é. Então tudo se torna uma resposta, positiva ou negativa com respeito a nosso pedido, uma frase do dia vista na televisão, a caixinha de preciosas promessas, o bom humor do patrão, ou o atraso no transito, a falta de dinheiro. De repente tudo se torna uma resposta positiva ou negativa com respeito ao que eu preciso, mas na verdade tudo se torna um grande nevoeiro, já não sabemos se é fumaça ou nevoa.

A oração vai aquecendo a situação, a nossa visão vai clarear, e assim poderemos ver, e ver o que Deus e como Deus vê. A oração tem um papel pedagógico de nos ensinar a realmente enxergar o que estamos olhando. Ela arranca a inquietação da dúvida para entrarmos na paz da certeza.

quinta-feira, março 17, 2011

Reunião da Mocidade

Pessoal, dia 23/03, a próxima quarta-feira, a reunião da mocidade será na Igreja. Oportunidade em que os dois grupos estarão reunidos para orar, ler e refletir sobre a palavra de Deus.

Participe e traga mais um amigo.

Att.
Tiago Lira Vieira
Força, Fé & Entendimento

segunda-feira, março 14, 2011

Nossas orações pelo Japão

Neste momento a solidariedade é nossa obrigação. Por isso peço vamos orar pelo Japão.
Sabemos dos recentes acontecimentos naquele país. Vamos orar pelas famílias japonesas e de imigrantes que vivem naquela Nação.

Força, Fé e Entendimento.
Tiago Lira Vieira

domingo, março 13, 2011

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” (Lm 3. 21)

Por: Sem. Filipe Velame    

     Era um tempo difícil para o povo de Deus que estava vivendo a amarga realidade da tristeza, da dor e das lágrimas sendo derramadas pelos constantes sofrimentos. Era o tempo do exílio na Babilônia em que o povo voltou a experimentar a perda da liberdade. Todo esse tempo ruim que eles estavam vivenciando era fruto de suas ações pecaminosas, pois o povo de Deus esqueceu-se d’Ele ficando, por muitos anos, mergulhado na idolatria.

Jeremias foi um profeta que viveu nesse tempo do exílio. Ele pôde ver o estado de ruína em que ficou tanto a cidade quanto o povo de Jerusalém. Jeremias provou o sabor amargo da vida no exílio e desenvolveu boa parte do seu ministério profético sofrendo na Babilônia. O contexto em que o profeta escreve o livro de Lamentações é justamente o tempo do exílio e em todo o livro vemos a descrição de como era a vida dos exilados.

A cidade de Jerusalém é descrita pelo profeta como solitária, viúva e sujeita a trabalhos forçados (Lm. 1.1). Jeremias diz que o povo “chora e chora de noite, e as suas lágrimas lhe correm pelas faces; não tem quem a console entre todos os que a amavam...” (Lm. 1.2). Em sua descrição, Jeremias deixa bem claro que há o reconhecimento de que esse tempo ruim é o resultado da justiça de Deus sobre suas vidas (Lm. 2). Em meio a tantos sofrimentos, o profeta chega a declarar: “...já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor” (Lm. 3.18). Essa era a realidade do povo de Deus no exílio: sonhos interrompidos e povo sem esperança.